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	<title>Comments on: A grandiosidade do pequeno</title>
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	<description>Pensamentos, idéias e devaneios sobre desenvolvimento de software e tecnologia em geral</description>
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		<title>By: ygggf</title>
		<link>http://blog.thiagoarrais.com.br/2007/04/19/a-grandiosidade-do-pequeno/comment-page-1/#comment-81</link>
		<dc:creator>ygggf</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2007 17:11:35 +0000</pubDate>
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		<description>texto legal</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>texto legal</p>
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		<title>By: Marcos Silva Pereira</title>
		<link>http://blog.thiagoarrais.com.br/2007/04/19/a-grandiosidade-do-pequeno/comment-page-1/#comment-82</link>
		<dc:creator>Marcos Silva Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2007 06:17:09 +0000</pubDate>
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		<description>Cleiton Lima, :-P

&quot;Não seria mais inteligente, tomarmos algumas pequenas decisões sobre o que é necessário e relevante&quot;

Sim! Um detalhe importante sobre pequenas decisões é que elas tem uma carga de reversibilidade tão grande que lhes chega a ser inerente. Se vc cometeu um erro ao tomar uma pequena decisão, simplesmente refaça a decisão para se ajustar ao novo ambiente - conhecimento - que lhe fizeram perceber o erro.

É claro que grandes decisões devem ser tomadas também. A Big Picture sobre o projeto, ou a empresa, mas elas geralmente não possuem, e, na minha opinião, nem poderiam, o mesmo grau de reversibilidade das pequenas decisões.

&quot;deixar que as necessidades emerjam do comportamento das pessoas/indivíduos/equipes durante a execução das nossas tarefas?&quot;

Isso me fez lembra de uma maxima: um tolo com uma ferramenta continua sendo um tolo, só que mais perigoso. Nem a melhor metodologia de todas funciona sem as pessoas certas. Entretando, as pessoas certas podem realizar grandes trabalhos mesmo sem a metodologia adequada. Então, qual o resultado quando se tem o grupo certo e a metodologia certa?

valeuz...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cleiton Lima, <img src='http://blog.thiagoarrais.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8220;Não seria mais inteligente, tomarmos algumas pequenas decisões sobre o que é necessário e relevante&#8221;</p>
<p>Sim! Um detalhe importante sobre pequenas decisões é que elas tem uma carga de reversibilidade tão grande que lhes chega a ser inerente. Se vc cometeu um erro ao tomar uma pequena decisão, simplesmente refaça a decisão para se ajustar ao novo ambiente &#8211; conhecimento &#8211; que lhe fizeram perceber o erro.</p>
<p>É claro que grandes decisões devem ser tomadas também. A Big Picture sobre o projeto, ou a empresa, mas elas geralmente não possuem, e, na minha opinião, nem poderiam, o mesmo grau de reversibilidade das pequenas decisões.</p>
<p>&#8220;deixar que as necessidades emerjam do comportamento das pessoas/indivíduos/equipes durante a execução das nossas tarefas?&#8221;</p>
<p>Isso me fez lembra de uma maxima: um tolo com uma ferramenta continua sendo um tolo, só que mais perigoso. Nem a melhor metodologia de todas funciona sem as pessoas certas. Entretando, as pessoas certas podem realizar grandes trabalhos mesmo sem a metodologia adequada. Então, qual o resultado quando se tem o grupo certo e a metodologia certa?</p>
<p>valeuz&#8230;</p>
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		<title>By: Cleiton Lima</title>
		<link>http://blog.thiagoarrais.com.br/2007/04/19/a-grandiosidade-do-pequeno/comment-page-1/#comment-83</link>
		<dc:creator>Cleiton Lima</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 May 2007 04:28:40 +0000</pubDate>
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		<description>Meu bom Thiago, gostaria de deixar umas poucas palavras sobre &#039;A Grandiosidade do Pequeno&#039;. Tenho observado no mundo atual uma tendência a utilização de &#039;Grandes Coisas&#039; em detrimento das &#039;Pequenas Coisas&#039;. Nos acostumamos a prestar bastante atenção a grandes equipes, eventos, metodologias, ferramentas e processos. E não nos atentamos para uma simples armadilha: por trás de &#039;Grandes Coisas&#039; estão os &#039;Grandes Mercados&#039;, e os grandes arquitetos fomentam uma grande alimentação do senso-comum. 

Façamos um pequeno exercício: Por quê usar um Framework repleto de soluções para problemas que minha aplicação nunca terá? Por quê instanciar um Processo recheado de atividades, sub-atividades, pápeis e artefatos numa empresa onde os grupos de trabalho não passam de dez pessoas? Por quê comprar/usar uma ferramenta entornando plugins e toolkits prontos para suportar uma atividade que para ser executada (para a grande maioria dos casos) necessita apenas de um pequeno subconjunto deles?

Não seria mais inteligente, tomarmos algumas pequenas decisões sobre o que é necessário e relevante, e deixar que as necessidades emerjam  do comportamento das pessoas/indivíduos/equipes durante a execução das nossas tarefas? Não foi assim que surgiram os Design Patterns, como soluções reusáveis para problemas recorrentes? Não foi assim que as formigas e as abelhas aprenderam com pequenos passos, interações e comunicações a criar grandes coisas e a realizar atividades tão inteligentes? Não foi começando dos pequenos problemas emergentes que foram naturalmente surgindo as Grandes Ciências? 

Só dando um lembrete duma área que estudo com paixão: os primeiros cientistas da Inteligência Artificial começaram com um desafio nada pequeno: criar máquinas que pudessem pensar e realizar atividades sofisticadas que o ser humano realiza com facilidade... Resultado, eles tiveram que perceber que era melhor entender a fundo como o cérebro e outras &#039;máquinas&#039; naturais (repletas de milhares de pequenas peças que realizam pequenas tarefas paralelamente) realizavam estas tarefas consideradas inteligentes. Bingo! A natura já nos deu a reposta: os grandes sistemas naturais no fim são pequenos &#039;indivíduos&#039;, interagindo, realizando, recebendo feedback do ambiente, aprendendo e se adaptando! Essa analogia lembra algo? 

No mais, Thiago e Zumba e demais personas:
                           Axé Thanks &amp; Carpe Diem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu bom Thiago, gostaria de deixar umas poucas palavras sobre &#8216;A Grandiosidade do Pequeno&#8217;. Tenho observado no mundo atual uma tendência a utilização de &#8216;Grandes Coisas&#8217; em detrimento das &#8216;Pequenas Coisas&#8217;. Nos acostumamos a prestar bastante atenção a grandes equipes, eventos, metodologias, ferramentas e processos. E não nos atentamos para uma simples armadilha: por trás de &#8216;Grandes Coisas&#8217; estão os &#8216;Grandes Mercados&#8217;, e os grandes arquitetos fomentam uma grande alimentação do senso-comum. </p>
<p>Façamos um pequeno exercício: Por quê usar um Framework repleto de soluções para problemas que minha aplicação nunca terá? Por quê instanciar um Processo recheado de atividades, sub-atividades, pápeis e artefatos numa empresa onde os grupos de trabalho não passam de dez pessoas? Por quê comprar/usar uma ferramenta entornando plugins e toolkits prontos para suportar uma atividade que para ser executada (para a grande maioria dos casos) necessita apenas de um pequeno subconjunto deles?</p>
<p>Não seria mais inteligente, tomarmos algumas pequenas decisões sobre o que é necessário e relevante, e deixar que as necessidades emerjam  do comportamento das pessoas/indivíduos/equipes durante a execução das nossas tarefas? Não foi assim que surgiram os Design Patterns, como soluções reusáveis para problemas recorrentes? Não foi assim que as formigas e as abelhas aprenderam com pequenos passos, interações e comunicações a criar grandes coisas e a realizar atividades tão inteligentes? Não foi começando dos pequenos problemas emergentes que foram naturalmente surgindo as Grandes Ciências? </p>
<p>Só dando um lembrete duma área que estudo com paixão: os primeiros cientistas da Inteligência Artificial começaram com um desafio nada pequeno: criar máquinas que pudessem pensar e realizar atividades sofisticadas que o ser humano realiza com facilidade&#8230; Resultado, eles tiveram que perceber que era melhor entender a fundo como o cérebro e outras &#8216;máquinas&#8217; naturais (repletas de milhares de pequenas peças que realizam pequenas tarefas paralelamente) realizavam estas tarefas consideradas inteligentes. Bingo! A natura já nos deu a reposta: os grandes sistemas naturais no fim são pequenos &#8216;indivíduos&#8217;, interagindo, realizando, recebendo feedback do ambiente, aprendendo e se adaptando! Essa analogia lembra algo? </p>
<p>No mais, Thiago e Zumba e demais personas:<br />
                           Axé Thanks &amp; Carpe Diem.</p>
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		<title>By: Marcos Silva Pereira</title>
		<link>http://blog.thiagoarrais.com.br/2007/04/19/a-grandiosidade-do-pequeno/comment-page-1/#comment-84</link>
		<dc:creator>Marcos Silva Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 21:49:15 +0000</pubDate>
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		<description>Times Bactéria. Gostei, Arrais; :-)

&quot;Não é preciso achar uma metodologia gorda e formar uma equipe gigante, mas formar equipes pequenas e arrumar metodologias enxutas.&quot;

Esse trecho do texto me fez pensar em um ponto que o teu post não toca diretamente, mas que é importante quando se trata da melhoria na interação das partes.

Quando se tem uma equipe grande e existe um gargalo, como encontra-lo se a equipe é um todo? Como eu posso melhorar algum aspecto do processo para toda a equipe, se há partes que podem ser prejudicadas pela &quot;melhoria&quot;? Grandeza gera gastos e a natureza sabe muito bem disso - vide o fato de haver uma infinidade de pequenos organismos em comparação com grandes bestas, tais como elefantes.

Equipes pequenas, por outro lado, podem fazer melhorias pontuais especificas para si mesmas. Podem identificar melhor gargalos na interação com as outras equipes e podem, assim, melhorar mais rapidamente.

valeuz...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Times Bactéria. Gostei, Arrais; <img src='http://blog.thiagoarrais.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&#8220;Não é preciso achar uma metodologia gorda e formar uma equipe gigante, mas formar equipes pequenas e arrumar metodologias enxutas.&#8221;</p>
<p>Esse trecho do texto me fez pensar em um ponto que o teu post não toca diretamente, mas que é importante quando se trata da melhoria na interação das partes.</p>
<p>Quando se tem uma equipe grande e existe um gargalo, como encontra-lo se a equipe é um todo? Como eu posso melhorar algum aspecto do processo para toda a equipe, se há partes que podem ser prejudicadas pela &#8220;melhoria&#8221;? Grandeza gera gastos e a natureza sabe muito bem disso &#8211; vide o fato de haver uma infinidade de pequenos organismos em comparação com grandes bestas, tais como elefantes.</p>
<p>Equipes pequenas, por outro lado, podem fazer melhorias pontuais especificas para si mesmas. Podem identificar melhor gargalos na interação com as outras equipes e podem, assim, melhorar mais rapidamente.</p>
<p>valeuz&#8230;</p>
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		<title>By: Davis</title>
		<link>http://blog.thiagoarrais.com.br/2007/04/19/a-grandiosidade-do-pequeno/comment-page-1/#comment-85</link>
		<dc:creator>Davis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 13:32:37 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo texto.
Exatamente da forma que penso. Inclusive, tenho experiências apenas com pequenos grupos e noto bem essa flexibilidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto.<br />
Exatamente da forma que penso. Inclusive, tenho experiências apenas com pequenos grupos e noto bem essa flexibilidade.</p>
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