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	<title>Comments on: Tradução: A outra metade de &#8220;Artistas publicam&#8221;</title>
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	<description>Pensamentos, idéias e devaneios sobre desenvolvimento de software e tecnologia em geral</description>
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		<title>By: Rafael Rocha</title>
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		<dc:creator>Rafael Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 10:54:02 +0000</pubDate>
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		<description>Para se buscar boas publicações, deve-se existir um meio que motive a colaboração e que incentive à pesquisa e melhoria contínua, de forma que não retarde a fazer o que está sempre sendo feito mas de uma forma que possibilite à inovação através do conhecimento e talento pessoal.

Agora, isto no mundo real não existe, porque vivenciamos um escopo fechado, em um mercado parte capitalista e parte socialista, onde o comprometimento nem sempre é saudável a ponto de quase não termos incentivos que nos beneficiem, seja financeiro, seja através da oportunidade ou recursos posteriores.

Quando você não depende destes aspectos, você começa a transcender naquilo que o motiva através do seu conhecimento e novas descobertas, possibilitando assim novas publicações inovadoras e empreendedoras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para se buscar boas publicações, deve-se existir um meio que motive a colaboração e que incentive à pesquisa e melhoria contínua, de forma que não retarde a fazer o que está sempre sendo feito mas de uma forma que possibilite à inovação através do conhecimento e talento pessoal.</p>
<p>Agora, isto no mundo real não existe, porque vivenciamos um escopo fechado, em um mercado parte capitalista e parte socialista, onde o comprometimento nem sempre é saudável a ponto de quase não termos incentivos que nos beneficiem, seja financeiro, seja através da oportunidade ou recursos posteriores.</p>
<p>Quando você não depende destes aspectos, você começa a transcender naquilo que o motiva através do seu conhecimento e novas descobertas, possibilitando assim novas publicações inovadoras e empreendedoras.</p>
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		<title>By: Fabricio</title>
		<link>http://blog.thiagoarrais.com.br/2008/12/02/traducao-a-outra-metade-de-artistas-publicam/comment-page-1/#comment-1153</link>
		<dc:creator>Fabricio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 13:49:06 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, não precisamos do “melhor” fornecedor. Precisamos de um fornecedor adequado. E o fator risco é sem dúvida importante. Só nos arriscamos quando isso significa criar possibilidades maiores de retorno. Se a diferença entre esses fornecedores não for significativa o suficiente para justificar o risco, para quer corrê-lo. E, em caso de fornecedores, além da solidez, iremos exigir também qualidade, o que minimizará essa possível “diferença”. 

Não sei quanto aos números (10x parece muito), mas é claro que isso é verdade. Contudo dinheiro não é tudo. Talvez a empresa queira gastar mais, porém garantindo que a aquisição foi a mais adequada. Mas concordo que a coisa poderia ser, em muitos casos, mais enxuta.

“Verificações de aquisição vão sempre ser caras, porque quanto mais difícil for fazer você comprar algo, mais o preço vai aumentar. E não necessariamente linearmente. Se for suficientemente difícil lhe vender algo ...” Estranho isso, pois estamos falando de práticas comuns em praticamente todas as empresas. Um sistema de qualidade não tornará uma empresa “suficientemente difícil” tão facilmente.

Concordo que o governo, em especial, deva se preocupar em facilitar as coisas para empresas pequenas, em favor do país.

Eu descordo que “desorganização =&gt; ambiente mais criativo”, ou que “procedimentos definidos =&gt; criatividade tolida”. Num ambiente desorganizado nada é tolido, não só a criatividade, mas também os erros, os retrabalhos, os problemas de comunicação (implementamos a coisa errada), etc.. No ambiente organizado, dependendo da cultura da organização, podemos ou não ter um ambiente criativo. A questão aqui não é ter procedimentos, mas sim como foram concebidos esses procedimentos.

Agora, admito que é bom estar no controle, em se tratando de programação, e fazer o que quer. Por isso acho que todo desenvolvedor deveria conduzir projetos de interesse particular nos horários vagos . Numa empresa de desenvolvimento cujos requisitos dependem do cliente (serviços de desenvolvimento), vamos ter de formalizar os requisitos, etc..

Mas o comprador tem essa segurança? Pelo visto não. É como entrar num site desconhecido e comprar no cartão de crédito (corporativo) um jatinho que custa 10 milhões por 1 milhão. Quem tem dinheiro para comprar o jatinho vai preferir pagar os 10 milhões e garantir não só que o jato vai chegar, mas que ele vai voar sem resolver cair derrepente. Não vale a pena o risco! Veja, não estou dizendo que descordo do que está sendo colocado, só estou tentando dar o que acredito ser a visão de quem está do outro lado da história.

A propósito, publicar aqui é “colocar em produção”? Não entendo porque um programador se sentiria frustrado por estar desenvolvendo uma série de melhorias para uma nova versão do software que só será disponibilizada daqui a 6 mêses, por exemplo. Acho que não entendi o ponto aqui.

Concluindo, acho que precisamos, sim, de processos, mas devemos pensar esses processos de modo a mais do que simplesmente evitar inibir a criatividade, mas incentivá-la. Empresa grande não é sinônimo de empresa altamente burocrática. É claro que quanto maior mais distância, mais dificuldades de comunicação, mais necessidade de procedimentos, mais custos operacionais. Mas isso não significa menos qualidade, menos criatividade nem menos lucratividade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, não precisamos do “melhor” fornecedor. Precisamos de um fornecedor adequado. E o fator risco é sem dúvida importante. Só nos arriscamos quando isso significa criar possibilidades maiores de retorno. Se a diferença entre esses fornecedores não for significativa o suficiente para justificar o risco, para quer corrê-lo. E, em caso de fornecedores, além da solidez, iremos exigir também qualidade, o que minimizará essa possível “diferença”. </p>
<p>Não sei quanto aos números (10x parece muito), mas é claro que isso é verdade. Contudo dinheiro não é tudo. Talvez a empresa queira gastar mais, porém garantindo que a aquisição foi a mais adequada. Mas concordo que a coisa poderia ser, em muitos casos, mais enxuta.</p>
<p>“Verificações de aquisição vão sempre ser caras, porque quanto mais difícil for fazer você comprar algo, mais o preço vai aumentar. E não necessariamente linearmente. Se for suficientemente difícil lhe vender algo &#8230;” Estranho isso, pois estamos falando de práticas comuns em praticamente todas as empresas. Um sistema de qualidade não tornará uma empresa “suficientemente difícil” tão facilmente.</p>
<p>Concordo que o governo, em especial, deva se preocupar em facilitar as coisas para empresas pequenas, em favor do país.</p>
<p>Eu descordo que “desorganização =&gt; ambiente mais criativo”, ou que “procedimentos definidos =&gt; criatividade tolida”. Num ambiente desorganizado nada é tolido, não só a criatividade, mas também os erros, os retrabalhos, os problemas de comunicação (implementamos a coisa errada), etc.. No ambiente organizado, dependendo da cultura da organização, podemos ou não ter um ambiente criativo. A questão aqui não é ter procedimentos, mas sim como foram concebidos esses procedimentos.</p>
<p>Agora, admito que é bom estar no controle, em se tratando de programação, e fazer o que quer. Por isso acho que todo desenvolvedor deveria conduzir projetos de interesse particular nos horários vagos . Numa empresa de desenvolvimento cujos requisitos dependem do cliente (serviços de desenvolvimento), vamos ter de formalizar os requisitos, etc..</p>
<p>Mas o comprador tem essa segurança? Pelo visto não. É como entrar num site desconhecido e comprar no cartão de crédito (corporativo) um jatinho que custa 10 milhões por 1 milhão. Quem tem dinheiro para comprar o jatinho vai preferir pagar os 10 milhões e garantir não só que o jato vai chegar, mas que ele vai voar sem resolver cair derrepente. Não vale a pena o risco! Veja, não estou dizendo que descordo do que está sendo colocado, só estou tentando dar o que acredito ser a visão de quem está do outro lado da história.</p>
<p>A propósito, publicar aqui é “colocar em produção”? Não entendo porque um programador se sentiria frustrado por estar desenvolvendo uma série de melhorias para uma nova versão do software que só será disponibilizada daqui a 6 mêses, por exemplo. Acho que não entendi o ponto aqui.</p>
<p>Concluindo, acho que precisamos, sim, de processos, mas devemos pensar esses processos de modo a mais do que simplesmente evitar inibir a criatividade, mas incentivá-la. Empresa grande não é sinônimo de empresa altamente burocrática. É claro que quanto maior mais distância, mais dificuldades de comunicação, mais necessidade de procedimentos, mais custos operacionais. Mas isso não significa menos qualidade, menos criatividade nem menos lucratividade.</p>
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		<title>By: Felipe</title>
		<link>http://blog.thiagoarrais.com.br/2008/12/02/traducao-a-outra-metade-de-artistas-publicam/comment-page-1/#comment-1151</link>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 12:56:38 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom o texto. Eu assino o feed do Graham, mas não li o texto em inglês por preguiça. E com o seu incentivo

&quot;Mas o texto “The other half of ‘Artists ship’” do Paul Graham é tão bom que não consegui me segurar.&quot;

eu tive que ler.

Eu percebi isso em uma empresa que trabalhei(não era de software). Difícil seria mostrar a eles estas idéias. Com este texto eu posso mostrá-los com os argumentos do Graham o que eu pensava/penso sobre a situação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto. Eu assino o feed do Graham, mas não li o texto em inglês por preguiça. E com o seu incentivo</p>
<p>&#8220;Mas o texto “The other half of ‘Artists ship’” do Paul Graham é tão bom que não consegui me segurar.&#8221;</p>
<p>eu tive que ler.</p>
<p>Eu percebi isso em uma empresa que trabalhei(não era de software). Difícil seria mostrar a eles estas idéias. Com este texto eu posso mostrá-los com os argumentos do Graham o que eu pensava/penso sobre a situação.</p>
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